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Senta, que lá vem história...

 

A ideia inicial de fazer uma empresa sem imposição de padrões de beleza foi gerada por uma aborrecente insatisfeita com a escolha de seu curso de graduação.

 A Júlia de 17 anos de idade, protagonista inicial da saga, tinha como sonho se formar em Psicologia, afinal, para entender de doidos é necessário ser um. Porém, como uma pessoa que não nasceu pra estudar (mas sim pra viver de amor, amor sem teto lá embaixo da ponte - como dizia seu pai), logo imaginou que teria grandes dificuldades em enfrentar o monstro de sete cabeças que se aproximava: o vestibular.

Mas como boa rolezêira que era (atualmente, parece uma idosa de 84 anos), tinha pressa para iniciar o que todos chamam de "a melhor fase de nossa vida". Então, resolveu arriscar na inscrição do vestibular uma opção que apresentasse nota de corte baixa mas em universidades conceituadas.

 

Sem tempo, irmão. Depois, eu vou estudando durante a faculdade e presto outro curso”. Pensou ela, iludida.

 

E foi nessa linha torta, que se inscreveu em um curso que era novidade no mercado: o curso de Informática Biomédica. Leu a respeito, viu que era uma fusão das áreas de exatas + biológicas, e como, apesar dos apesares, tirava boas notas nas matérias (bichinha esperta), resolveu arriscar.

 

        

             (sem tempo, irmão)

 

Mal imaginava que o curso era puro desenvolvimento de softwares (programação/computação), e que pra se formar ia ter que segurar uma barra maior que a barra que é gostar de você.

E não é que rolou? A Júlia sofreu, mas venceu as disciplinas conseguindo um diploma da famigerada USP Ribeirão-Preto em Informática Biomédica.

Formada, sabia que não seguiria a área. Voltou para a cidade de nascença para ajudar o pai em sua microempresa: uma loja de roupas masculinas e femininas tradicional na cidade.

A princípio, era um job temporário. Mas pegou amor pelo trabalho, pelo desafio de lidar com diferentes personalidades que passavam pelo estabelecimento dia após dia. Estudou marketing através do MBA oferecido pelo PECEGE – Usp/Piracicaba.

 

E aí veio a idéia de inovar.

 

Percebeu que cada pessoa é única em seu corpo físico e na complexidade de suas escolhas. Porém, todas as pessoas, não só as socialmente aceitas como bonitinhas, buscam por aceitação e representatividade. Como ignorar algo tão óbvio e tão cruel ao mesmo tempo? Então, bora representar quem é pouco representado!

O primeiro passo, feito como um teste, foi uma campanha de dia dos namorados feita no ano de 2019.

Nesta campanha, casais de diferentes orientações sexuais foram fotografados e postados em redes sociais da loja.

 

“Amadah? Mas essa loja está parecendo a Globo”. – ouvia-se por todos os cantos da pequena e mal-humorada cidade, presa ainda em preconceitos retrógrados.

 

Mas, para a surpresa de todos, a campanha foi um sucesso, tendo um alcance maior que o próprio número de habitantes da cidade. Teve também grande taxa de conversão em vendas com muita gente felizona relatando experiências sobre encontrar um Oasis no deserto da cultura dos padrões e preconceitos.

Júlia então, animada com os resultados na autoestima e na sensação de inclusão social gerados pela campanha, decidiu que faria algo maior. Algo que abrangesse não só a sua pequena cidade, mas todo o país e quem sabe, até outros desse mundão a fora.

 

Surgiu a Líria, que significa “liberdade” em Albanês. A liberdade dos padrões injustos que nos aprisionam e maltratam o nosso bem estar psicológico diariamente.

 

Como final feliz, seu irmão Isaac e seu pai Paulo apoiaram a ideia e resolveram participar.

 

   (Paulo e Isaac caindo de paraquedas)

 

 Agora, temos uma mulher realizada no seu trabalho, mesclando seu curso de graduação com o curso querido de psicologia (que atualmente esta cursando), com o sonho de deixar esse planeta um pouquinho melhor pra gente!

“Deus escreve certo por linhas tortas”. Hoje ela vive de amor, mas dentro de uma casinha linda com três cachorros como extra.

 

                                                   

                                                                 (aqui, o nosso padrão de beleza é você!)               

                                                                           

O auge, nega! cool